Tarô …

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O que diz Laurens van der Post sobre Jung e o Tarô

“Ele reconheceu de pronto, como o fez em muitos outros jogos e tentativas primordiais de adivinhação do invisível e do futuro, que o Tarô tinha sua origem e antecipação em padrões profundos do inconsciente coletivo, com acesso a potenciais de maior percepção à disposição desses padrões. Era outra ponte não-racional sobre o aparente divisor de águas entre o inconsciente e a consciência, para carrear noite e dia o que deve ser o crescente fluxo de movimento entre a escuridão e a luz.“

Uma viagem pelas cartas do Tarô, primeiro que tudo, é uma viagem às nossas próprias profundezas. O que quer que encontremos ao longo do caminho é, au fond, um aspecto do nosso mais profundo e elevado eu. Pois as cartas do Tarô, que nasceram num tempo em que o misterioso e o irracional tinham mais realidade do que hoje, trazem-nos uma ponte efetiva para a sabedoria ancestral do nosso eu mais íntimo. E uma nova sabedoria é a grande necessidade do nosso tempo – sabedoria para resolver nossos problemas pessoais e sabedoria para encontrar respostas criativas às perguntas universais que a todos nos confrontam.

Pois é, quando saimos de casa e vamos a uma cartomante, taróloga, ledora de cartas, não imaginamos que estamos prestes a entrar em contato com nosso inconsciente.

Fiz recentemente um curso maravilhoso com uma professora muito querida, a Solange, que me ajudou a desvendar um pouco dos mistérios das cartas – sem falar dos meus mistérios pessoais!

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